Acordamos cedo, todos mortos,
pois na sexta tínhamos ido em uma baladinha, mas ainda assim conseguimos
levantar e entrar no matatu que nos esperava aqui em madaraka mesmo. No caminho
encontramos outra matatu com outros amigos e seguimos viagem. Paramos no caminho
para apreciar a paisagem, bem bonita realmente.
Chegando lá paramos para pegar as
bicicletas, depois de muita negociação, queriam cobrar 800 xelins pra cada,
conseguimos 400 xelins com o guia! Pedalamos 2 km e chegamos ao parque, não
estavam aceitando as nossas carteirinhas de estudante para pagarmos menos,
depois de muito tempo conversando de novo, conseguimos! Obrigada Matheus, o
negociador da turma!
Finalmente começamos a pedalar, a
paisagem era linda! Logo avistamos a pedra que a Priderock do Rei leão foi
baseada (não é muito parecida, mas é bem legal ainda assim). Continuamos pedalando,
logo avistamos zebras, girafas, impalas e búfalos, foi muito bacana! Não estava
esperando encontrar animais livres assim e tão de perto. Continuamos pedalando
e parando quando víamos algum animal. Chegamos a um local para comer nossos
lanches e fazer uma trilha a pé pelo desfiladeiro que foi baseada a cena em que
o Mufasa morre!
| Essa hora foi engraçado, ficamos tirando fotos e eles nos encarando, um deles de assustou e foi para trás e nós nos assustamos mais ainda! |
A trilha foi bem legal, algumas
partes eram mais tensas, tínhamos que escalar um pouco, partes escorregadias,
andar pelo leito do rio. Tinha uma chinesinha toda patricinha, que era
engraçado, tinha medo de tudo e empacava toda hora! Passamos por lugares muito
bonitos, brotava água das paredes, e água muito quente. Terminamos a trilha num
mirante bem bonito e a tempo, pois se demorar muito andando no leito do rio a
água sobe e aí já era.
| R.I.P. Mufasa |
| olha a chinesinha empacando a fila rs |
| Essa não tava quente, tava uma delícia! |
De volta a onde tínhamos deixado
nossas bicicletas, estávamos exaustos, mas ainda tinha mais 10km pra pedalar
até o matatu. A volta era mais chatinha pois tinham umas subidas e eu tava sem
água (isso foi tenso), mas tudo deu certo! Voltamos para o Madaraka, todos
capotados.
A seguir – O Beijo da Girafa

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